Thursday, September 10, 2009

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E na vasta infinidade do tempo, como somos nós relevantes?

Foto daqui

1 comment:

Anonymous said...

"Visitei as Pirâmides e deixei-me fascinar pela Esfinge. Das suas órbitas vazias o tempo sorria ironicamente para mim, pobre mortal condenado a ser como a areia do deserto, poeira, nada mais do que poeira. Creio que nunca me senti tão frágil, tão transitório, tão de passagem, como nesse momento em que vi o tempo e a eternidade nas órbitas vazias da Esfinge."