Somos do tamanho daquilo que sentimos e não do tamanho que os outros nos vêem - dizem.
Se assim for, não haverá então alturas em que somos grandes, enormes? Quando sentimos que carregamos todos os sentimentos do mundo, o que quer que seja que isso signifique ou acarrete. E quando a nossa grandeza se torna também na nossa maior fraqueza, então sim, aí acarreta muita coisa. Aí os sonhos e a esperança vivem lado a lado com a desilusão e o desespero.
Caminhamos numa ténue linha que separa todos estes sentimentos opostos.
[E ainda hoje não compreendo porque os chamam de opostos].
O desespero é o que se apodera de nós quando a esperança já se foi, e isto faz com que também esse desespero seja parte da tão insistente esperança (que teima em querer ficar, talvez para esconder a desilusão pronta a aparecer ao primeiro adeus do sonho).
Assim sendo, acredito que não seja assim tão descabido toda essa presumível grandeza ser também a maior fraqueza.
É suposto existir um certo equilíbrio.
Não será?
Mas como se aprende a ver (e ganhar) esse equilíbrio, quando do nosso lado esquerdo carregamos todo o peso de uma vida?
Todas as tristezas, todas as alegrias.
Se esse suposto equilíbrio não existir, então, no nosso coração, uma delas é rainha.
No entanto, ainda estamos vivos.
Certo?
Se assim for, não haverá então alturas em que somos grandes, enormes? Quando sentimos que carregamos todos os sentimentos do mundo, o que quer que seja que isso signifique ou acarrete. E quando a nossa grandeza se torna também na nossa maior fraqueza, então sim, aí acarreta muita coisa. Aí os sonhos e a esperança vivem lado a lado com a desilusão e o desespero.
Caminhamos numa ténue linha que separa todos estes sentimentos opostos.
[E ainda hoje não compreendo porque os chamam de opostos].
O desespero é o que se apodera de nós quando a esperança já se foi, e isto faz com que também esse desespero seja parte da tão insistente esperança (que teima em querer ficar, talvez para esconder a desilusão pronta a aparecer ao primeiro adeus do sonho).
Assim sendo, acredito que não seja assim tão descabido toda essa presumível grandeza ser também a maior fraqueza.
É suposto existir um certo equilíbrio.
Não será?
Mas como se aprende a ver (e ganhar) esse equilíbrio, quando do nosso lado esquerdo carregamos todo o peso de uma vida?
Todas as tristezas, todas as alegrias.
Se esse suposto equilíbrio não existir, então, no nosso coração, uma delas é rainha.
No entanto, ainda estamos vivos.
Certo?


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