(...)
Se eu não morresse, nunca! E eternamente
Buscasse e conseguisse a perfeição das coisas...
(...)
(Cesário Verde)
Se eu não morresse, nunca! E eternamente
Buscasse e conseguisse a perfeição das coisas...
(...)
(Cesário Verde)
"Um dia, descerrando as pálpebras, e chorando, pensei: 'vivo'. Então começou a angústia, este sopro de animal estranho."
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